Quero vestir meu manto sagrado
Ver aquele Gigante vibrar
Balançar minha bandeira
Em direção ao céu azul
Que é justamente para um contraste vermelho criar
Quero chorar de emoção por ter o mundo aos meus pés
Honrar meu sangue...e enriquecer minhas memórias
Um amor indivisível
Um amor que não cai
Não fala outras línguas
De todos já ganhou
Não há um grande que não o respeite
Tentem tirar meus santos
Tentem impedir meu grito
Tentem o que tentar
Haja o que houver
Passe o que passar
Terás sempre meu amor
Gigante amor
Vermelho amor
Campeão de tudo, meu amor
sexta-feira, 26 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Eu não sei onde se determinou
Nem sei se foi determinado
Fato é que não me encaro como antes
Tenho uma leve mania de desconstrução
Que é diferente de um instinto de destruição
Isso meu instinto não permite
Meu instinto tenta me regrar
Faz-me caminhar até o precipício
Somente para eu ver como é alto
E também me desafia dizendo que eu não saltarei
Mas se não é o desafio
O desapego acaba imperando
Será que o universo tem tantos desafios?
O que me assusta é que eles acabem
E então terei que aprender
A valorizar os prêmios
Nem sei se foi determinado
Fato é que não me encaro como antes
Tenho uma leve mania de desconstrução
Que é diferente de um instinto de destruição
Isso meu instinto não permite
Meu instinto tenta me regrar
Faz-me caminhar até o precipício
Somente para eu ver como é alto
E também me desafia dizendo que eu não saltarei
Mas se não é o desafio
O desapego acaba imperando
Será que o universo tem tantos desafios?
O que me assusta é que eles acabem
E então terei que aprender
A valorizar os prêmios
sábado, 20 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
O dia depois de St. Patrick's
Hoje acordei com pena das paredes
Durante o banho
Observei com calma as três cores indo ao ralo
O trevo sumiu do meu rosto, mas de alguma maneira continua marcado no corpo
O laranja, o verde e...peraí cadê o branco?
Por algum motivo me lembrei dos ataques químicos no Iraque
Lembrei que minha corrente sanguínea tinha mais Guinness do que sangue
Sorrindo pela noite que passou
Saúde, meu querido amigo, saúde
Brindei a nós, brindaram a mim
Dormi na mesa, no colo e um pouco no carro
Acordei sorrindo e correndo do quarto
Correndo pelo atraso e outras cositas
Se é meu amigo mesmo sabe do que estou falando
O dia raiou mas acho que ainda há algumas risadas ecoando na minha cabeça
Se ainda é cedo, posso dormir mais um pouco
Pena que não é...atrasado lá vou eu
Esperando novas noites para ter mais dias assim
E lembrando que nem todo carnaval tem seu fim
Durante o banho
Observei com calma as três cores indo ao ralo
O trevo sumiu do meu rosto, mas de alguma maneira continua marcado no corpo
O laranja, o verde e...peraí cadê o branco?
Por algum motivo me lembrei dos ataques químicos no Iraque
Lembrei que minha corrente sanguínea tinha mais Guinness do que sangue
Sorrindo pela noite que passou
Saúde, meu querido amigo, saúde
Brindei a nós, brindaram a mim
Dormi na mesa, no colo e um pouco no carro
Acordei sorrindo e correndo do quarto
Correndo pelo atraso e outras cositas
Se é meu amigo mesmo sabe do que estou falando
O dia raiou mas acho que ainda há algumas risadas ecoando na minha cabeça
Se ainda é cedo, posso dormir mais um pouco
Pena que não é...atrasado lá vou eu
Esperando novas noites para ter mais dias assim
E lembrando que nem todo carnaval tem seu fim
quarta-feira, 10 de março de 2010
Mestres
Dedico esta quarta para um mestre.
Cartola, prefiro deixar suas voz expressar o que ela era...
domingo, 29 de novembro de 2009
Brindes
Aos poucos
Assim vão completando-se as metas
Aos muitos
Assim vão meus dias vividos
Aos prantos
Assim vão aqueles que esqueci
Aos barrancos
É para onde está indo minha tristeza
Aos pulos
É a maneira de como meu coração está
Ao topo
É aonde quer chegar minha paixão
Aos brindes
É a razão pela qual continuo bebendo
Ás de espada
Acaba sempre sendo uma boa carta
Aos goles
É o prazer sendo preenchido em busca de mais brindes
Ao alto
É aonde quero deixar minha mente(alguém viu ela?)
Aos tubarões
Para onde foi aqueles pederastas que esquecem de viver
Aos ventos
Por eles continuarei navegando e vivendo(ou vice-versa)
Ao tudo e o nada, ao ter-tudo-sem-nada-ter
A pirataria,seus barcos,seus ventos e esse jazz-style que insisti em me conquistar
Assim vão completando-se as metas
Aos muitos
Assim vão meus dias vividos
Aos prantos
Assim vão aqueles que esqueci
Aos barrancos
É para onde está indo minha tristeza
Aos pulos
É a maneira de como meu coração está
Ao topo
É aonde quer chegar minha paixão
Aos brindes
É a razão pela qual continuo bebendo
Ás de espada
Acaba sempre sendo uma boa carta
Aos goles
É o prazer sendo preenchido em busca de mais brindes
Ao alto
É aonde quero deixar minha mente(alguém viu ela?)
Aos tubarões
Para onde foi aqueles pederastas que esquecem de viver
Aos ventos
Por eles continuarei navegando e vivendo(ou vice-versa)
Ao tudo e o nada, ao ter-tudo-sem-nada-ter
A pirataria,seus barcos,seus ventos e esse jazz-style que insisti em me conquistar
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Seu lábio superior sangra. Desde quando isto é motivo para escrever? Não é um grande jorro de sangue. Nada no estilo Tarantino. Ele só notou isso no filtro laranja do cigarro. Não sentiu o gosto, nem nada. Apenas tabaco e cafeína. Confirmou o sangue quando levou a manga da camiseta à boca. Ele se sente acabado. Não desperdice seu tempo, ou o tempo acabará com você. Essa foi a grande lição do dia. Já tinha a ouvido antes, mas só agora prestou atenção. Um pouco tarde. Ele sabe. A jornada monótona de oito horas de trabalho acaba com ele. Aos poucos. Ele sente a glória dos dias ensolarados, desperdiçados atrás de um computador, se afastando. Será que a verá algum dia? Chegou atrasado no trabalho novamente. Desta vez foram apenas quatorze minutos. Não foi culpa sua. Foi do ônibus. Tem sempre algo, ou alguém, atrapalhando seus passos. Gostaria de ter alguém para conversar. Alguém interessante. Não as mesmas pessoas com conversas vazias. Ele pensa em ligar para ela. Não o faz. Não quer parecer tão interessado, mesmo sabendo que isso a deixaria extremamente feliz, e o satisfaria no momento. Ele sente os remédios destruírem lentamente seu estômago. Não é uma dor forte. Apenas um leve aviso de que algo não está certo. Até onde isto é necessário?
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